Eu tô com um aperto causado pela angustia do não saber, a duvida gera esperança, a esperança sufoca o peito de quem não sabe o que pode acontecer. Nunca havia me sentido assim, nunca tinha chegado a esse estado e achava que era apenas uma daquelas coisas que só acontecem aos outros, agora eu estou imersa, e preciso de algo que eu não tenho para sair. Eu só quero que pare, se pudesse apagar não hesitaria, fingir que nada nunca aconteceu e apagar todas as memórias mais bonitas, seguir o curso da vida, como se não houvesse nada que um dia tivesse alterado completamente o percurso dela.

Posted 1 year ago 7 notes


Eu só tava afim de ter minha vida de volta: fria e idealizada. Viver é bom mas por vezes doloroso demais, preferia quando o amor ficava só nas ultimas páginas do caderno e nos meus blogs diários, é mais fácil mata-lo com palavras, no real nem tanto, por vezes, ele te mata primeiro.

Posted 1 year ago 10 notes



Lembranças são como feridas abertas que sangram, sempre sangram quando você toca nelas.

Lembranças são como feridas abertas que sangram, sempre sangram quando você toca nelas.

Posted 1 year ago 23 notes


Anonymous said:
"Estou gostando dos textos... eu não sei se devo dar apenas uma ideia.. então se quiser .."

Mas é claro que deve, idéias sempre são bem vindas! *-*
E valeu :D 

Eu já tinha esquecido a capacidade que isso tinha de me fazer bem <3

Posted 1 year ago 2 notes


O que você faz quando está afundada em incertezas? Sentar e chorar? Mas eu não quero chorar, eu quero viver; viver tudo aquilo que um dia eu deixei passar por medo e por orgulho, por maldito orgulho, talvez eu tenha demorado demais pra perceber, como sempre… por mais que seja esperta a vida sempre me engana, me trapaceia, ou talvez não seja ela, seja apenas eu mesma, de quem é a culpa? Não sei, talvez do nada, talvez de tudo. Mas eu prometi, prometi que não deixaria escapar antes que eu pudesse sugar até a última gota, eu não vou deixar passar como eu sempre fiz. Tudo tem um preço, talvez esse seja essa tortura afundando meu peito, que seja, se eu não conseguir, não vai ser porque não tentei e fui até corajosamente até o fim. Engolir o orgulho, poderia ser mais fácil, poderia…

Posted 1 year ago 5 notes



Eu vivia caindo em armadilhas. Sabe aquele lado fraco da mente, que fica pulsando toda hora dizendo pra gente se arriscar, se jogar, e não ter medo? É, esse mesmo, e no final a gente sempre se joga e sempre se perde. Se pega escutando aquela música, daquele artista que você disse que nunca ouviria na sua vida, e não tem desculpa que é só um projeto paralelo, que é uma música diferente que resolveu ouvir, isso na verdade tem um nome: sintomas do amor. Se não amor, algo perto disso, aquilo que vem antes, que te deixa com aquela inquietação dentro do peito, é tipo um bichinho, que anda, pica, pinica, incomoda e você fica desesperada a procura de um remédio que o mate, mas o pior, é que você é humana demais e tem dó, deixa ele viver, só mais um pouquinho vai. Mas ele só se alimenta e cresce, se alimenta da esperança, das palavras bonita, dos sorrisos e dos gestos queridos e cresce, cresce, cresce, cresce&#8230; e vai ocupando mais espaço, sufocando e tudo vai só complicando, enquanto você se perde, perde cada vez mais.Talvez o problema seja só eu mesma e meu medo da insegurança, eu gosto de estabilidade e essas coisas me tiram dela, me deixam inquieta, fervendo, com o peito borbulhando. Ahhhh amor. Será que você não poderia sair daqui? Mas essa vez é a última, e eu não vou cair mais, eu juro, é a última, aprendi ( pelo menos até o próximo texto ridículo falando de amor).&#8221;Ahhh mas bem que eu te avisei&#8221;. Fala aquele outro lado que a gente sempre tampa os ouvidos para não escutar. &#8220;Pelo menos eu não fiquei com a dúvida, vai&#8221; Eu me disse antes de calçar o tênis e sair, tentando me convencer que na verdade eu estava certa, tentando&#8230; tentando&#8230; (algunspedacosdemim)

Eu vivia caindo em armadilhas. Sabe aquele lado fraco da mente, que fica pulsando toda hora dizendo pra gente se arriscar, se jogar, e não ter medo? É, esse mesmo, e no final a gente sempre se joga e sempre se perde. 
Se pega escutando aquela música, daquele artista que você disse que nunca ouviria na sua vida, e não tem desculpa que é só um projeto paralelo, que é uma música diferente que resolveu ouvir, isso na verdade tem um nome: sintomas do amor. Se não amor, algo perto disso, aquilo que vem antes, que te deixa com aquela inquietação dentro do peito, é tipo um bichinho, que anda, pica, pinica, incomoda e você fica desesperada a procura de um remédio que o mate, mas o pior, é que você é humana demais e tem dó, deixa ele viver, só mais um pouquinho vai. Mas ele só se alimenta e cresce, se alimenta da esperança, das palavras bonita, dos sorrisos e dos gestos queridos e cresce, cresce, cresce, cresce… e vai ocupando mais espaço, sufocando e tudo vai só complicando, enquanto você se perde, perde cada vez mais.
Talvez o problema seja só eu mesma e meu medo da insegurança, eu gosto de estabilidade e essas coisas me tiram dela, me deixam inquieta, fervendo, com o peito borbulhando. Ahhhh amor. Será que você não poderia sair daqui? Mas essa vez é a última, e eu não vou cair mais, eu juro, é a última, aprendi ( pelo menos até o próximo texto ridículo falando de amor).

Ahhh mas bem que eu te avisei”. Fala aquele outro lado que a gente sempre tampa os ouvidos para não escutar. “Pelo menos eu não fiquei com a dúvida, vai” Eu me disse antes de calçar o tênis e sair, tentando me convencer que na verdade eu estava certa, tentando… tentando… 

(algunspedacosdemim)

Posted 1 year ago 21 notes


Alguém toparia fazer um encontro mais “alternativo” em São Paulo? Digo, ir pra um barzinho a noite, ou mesmo que for no ibira levar umas bebidas e depois quem não quisesse voltar pra casa, poderiamos ir para alguma balada, ou virar a noite na augusta?
Posted 1 year ago 6 notes



Eu só perdi, aquilo que um dia me fazia queimar por dentro.

Eu só perdi, aquilo que um dia me fazia queimar por dentro.

Posted 1 year ago 32 notes



kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Posted 1 year ago 528 notes



fascinadaporestrelas:

Conheci-a na chuva torrencial. Ela procurava um lugar pra se abrigar, e por coincidência ou destino, abrigou-se em meu bar. Pediu uma dose de conhaque e tirou o sobretudo. Por baixo, a blusa rendada e a calça jeans apertada, imaginei-me em seus braços, em sua carne, em suas colchas mal lavadas, perguntei seu nome. Chamava-se Láska, tradução: amor, vinha do Tcheco. O pai dela era bilingue, e isso, só soube na segunda noite em que nos vimos. Ela usava um vestido vermelho esvoaçante, os cabelos lisos, negros, sedosos, e as mãos quentes passeando pelo meu rosto. Ela tinha fome, não de pessoas, ou de sentimentos, tinha fome dela mesma. Queria alimentar-se sozinha, cheia de ideais, alimentar o mundo. Enquanto eu só queria que ela alimentasse-me.

Não fora amor a primeira vista, não.

Essa coisa ai não existe, o que existe é atração formal, cheia de terceiras intenções. A primeira vista só física, depois da décima ou centésima, é que se vê a química. Essa tal química, ou faíscas, que falam quando você encontra a pessoa perfeita. Quando, de repente, você vê tudo diferente, e sente diferente. E é nessa hora que você se dá conta que se apaixonou.

Na quarta semana ela estava usando minha camisa do Ramones e cantava “I wanna be your boyfriend”, como se indiretamente dissesse que queria que eu lhe fosse aquilo. Não tinha morada certa, era garota de lugar nenhum, e eu, era garoto dela.

Foi mais ou menos nessa época que me dei conta do amor que não me cabia. Quando o caminhão de mudança estacionou na frente de casa, derrubando o hidrante, espalhando água por todos os cantos, inclusive pelos cabelos negros dela. Naquela hora, foi mesmo, foi sim, eu vi que aquela garota era perfeita. Ao menos pra mim.

Chamei-a pra morar comigo.

Sem gracejos, talvez como amigos… Mesmo no fundo de minh’alma querendo ser algo mais.
Ela queria uma lareira, e eu querendo falar besteira, ao pé de seu ouvido, sem medo nem perigo, ela assentia com tudo que eu fazia, e eu me sentia inteiramente dela feito um bêbado que anda pelas ruas, bêbado equilibrista que deixa almas nuas. 

Um dia, meio assim, ela foi embora.

O sol lá fora nascia. Ela, com o mesmo sobretudo e a blusa de rendas dava as costas, com um copo de café nas mãos. Por coincidência ou destino, acabei sentado, chorando, escrevendo meu desatino. Láska não era sinônimo de amor, Láska era sinônimo de dor… E afinal, dor de amor não é amor?., Tamires C

fascinadaporestrelas:

Conheci-a na chuva torrencial. Ela procurava um lugar pra se abrigar, e por coincidência ou destino, abrigou-se em meu bar. Pediu uma dose de conhaque e tirou o sobretudo. Por baixo, a blusa rendada e a calça jeans apertada, imaginei-me em seus braços, em sua carne, em suas colchas mal lavadas, perguntei seu nome. Chamava-se Láska, tradução: amor, vinha do Tcheco. O pai dela era bilingue, e isso, só soube na segunda noite em que nos vimos. Ela usava um vestido vermelho esvoaçante, os cabelos lisos, negros, sedosos, e as mãos quentes passeando pelo meu rosto. Ela tinha fome, não de pessoas, ou de sentimentos, tinha fome dela mesma. Queria alimentar-se sozinha, cheia de ideais, alimentar o mundo. Enquanto eu só queria que ela alimentasse-me.

Não fora amor a primeira vista, não.

Essa coisa ai não existe, o que existe é atração formal, cheia de terceiras intenções. A primeira vista só física, depois da décima ou centésima, é que se vê a química. Essa tal química, ou faíscas, que falam quando você encontra a pessoa perfeita. Quando, de repente, você vê tudo diferente, e sente diferente. E é nessa hora que você se dá conta que se apaixonou.

Na quarta semana ela estava usando minha camisa do Ramones e cantava “I wanna be your boyfriend”, como se indiretamente dissesse que queria que eu lhe fosse aquilo. Não tinha morada certa, era garota de lugar nenhum, e eu, era garoto dela.

Foi mais ou menos nessa época que me dei conta do amor que não me cabia. Quando o caminhão de mudança estacionou na frente de casa, derrubando o hidrante, espalhando água por todos os cantos, inclusive pelos cabelos negros dela. Naquela hora, foi mesmo, foi sim, eu vi que aquela garota era perfeita. Ao menos pra mim.

Chamei-a pra morar comigo.

Sem gracejos, talvez como amigos… Mesmo no fundo de minh’alma querendo ser algo mais.

Ela queria uma lareira, e eu querendo falar besteira, ao pé de seu ouvido, sem medo nem perigo, ela assentia com tudo que eu fazia, e eu me sentia inteiramente dela feito um bêbado que anda pelas ruas, bêbado equilibrista que deixa almas nuas

Um dia, meio assim, ela foi embora.

O sol lá fora nascia. Ela, com o mesmo sobretudo e a blusa de rendas dava as costas, com um copo de café nas mãos. Por coincidência ou destino, acabei sentado, chorando, escrevendo meu desatino. Láska não era sinônimo de amor, Láska era sinônimo de dor… E afinal, dor de amor não é amor?., Tamires C

Posted 1 year ago 90 notes



iknowonlyonejah:

Prefiro mil vezes conviver com um maconheiro honesto do que com um vagabundo de terno e gravata - Tico Santa Cruz

iknowonlyonejah:

Prefiro mil vezes conviver com um maconheiro honesto do que com um vagabundo de terno e gravata - Tico Santa Cruz

Posted 1 year ago 953 notes


justanothermen said:
"porra finalmente vc realmente ta de volta... caralho vc fez muita falta esse tempo, como ja disse no msn.. espero que não suma mais u_u"

Não mais! Ou pelo menos não sem aviso e explicação prévia e digna OIAHSIOSAHSAIOHSAOHSO <3


Posted 1 year ago 10943 notes



É querer e não querer ao mesmo tempo, é confuso, é não entender!

É querer e não querer ao mesmo tempo, é confuso, é não entender!

Posted 1 year ago 50 notes



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Danila, São Paulo, Brasil. 18 anos. Rock, rap, skate, falta de amor e miojo. Produtora multimídia, Fotógrafa e paga pau de escritora.



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